Parte 1
Nos trabalhos regulares, os médiuns deverão usar as roupas brancas, limpíssimas, adotadas pela casa.
A vestimenta poderá ser diferenciada, em giras especiais ou festas.
O branco não é uma cor e, sim, a reflexão de todas as cores, trazendo as propriedades terapêuticas delas, refletindo, até mesmo, cargas astrais.
O branco favorece a mente, inspirando pensamentos mais puros e sublimes.
O branco é de Pai Oxalá, regente da Fé no Ritual de Umbanda Sagrada. Como a fé é o mistério religioso por excelência, o astral tem estimulado o uso dos paramentos brancos. E por isso, também, que o conjunto dos umbandistas é denominado; o exército branco de Pai Oxalá.
O pano branco de cabeça faz parte da vestimenta ritualística. Esse pano será de uso obrigatório, pois filtra formas-pensamento e projeções mentais, além de seu uso significar respeito às forças divinas.
Quanto ao calçado, sapatilha branca ou tênis branco, deverá ser usado exclusivamente nos trabalhos da casa e ser colocado e retirado com a vestimenta branca, para que não traga sujeiras da rua para dentro do espaço purificado do congá. Mesmo os médiuns cujos protetores trabalham descalços, devem entrar no terreiro com a sapatilha branca ou tênis que serão retirados minutos antes da incorporação.
As roupas devem ser razoavelmente uniformizadas e confortáveis, de modo que o médium possa abaixar-se, erguer os braços e sentar-se no chão, tendo seus movimentos livres, sem expor partes do corpo e peças íntimas. A vestimenta deve ser discreta, sem decotes avançados, camisetas regatas, blusas de alcinhas, calças apertadas, blusas ou saias transparentes, que tragam constrangimentos a outros médiuns e a consulentes.
A roupa branca ritualística deverá ser utilizada exclusivamente nas cerimônias sagradas e não no dia-a-dia.
Nos dias de trabalho, deverá ser vestida no Templo, pois está limpa energeticamente e não poderá chegar impregnada com outras energias pegas pelo caminho.
A roupa deve ser lavada de um trabalho para outro, não só por questão de higiene física, mas, também, para limpar energias negativas que porventura tenham ficado impregnadas.
A roupa ritualística é de uso pessoal e, de preferência, não deve ser emprestada para outras pessoas.
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Parte 2
O branco na verdade não é uma cor, e sim o somatório de todas elas e, por isso, traz consigo as propriedades terapêuticas de todas além de ser essencialmente refletora, inclusive de cargas astrais. O branco também favorece a mente estimulando a pensamentos mais puros e sublimes. Por isso são usadas nos Centros de Umbanda as roupas brancas. Sendo assim, o médium deverá zelar por ela, aguardando-a em separado do restante das roupas. Sua lavagem deverá ser feita também em separado preferencialmente, e sua secagem feita nas primeiras horas da manhã de possível.
O médium jamais deverá vir vestido de casa com a roupa de trabalho. Ele deverá, sim, colocá-la no momento em que entra no templo a fim de cumprir sua tarefa mediúnica.
Para a Umbanda, portanto, o branco carrega consigo o sentimento de paz espiritual, assepsia, calma, serenidade e outros valores de elevada estirpe.
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