SOU UMBANDISTA - Umbanda uma Religião Genuinamente Brasileira
Zélio Fernandino de Morais
quarta-feira, 8 de abril de 2026
terça-feira, 7 de abril de 2026
Mensagem
domingo, 5 de abril de 2026
Ervas
Tem algo nas ervas que vai além do físico... é memória, é energia, é ancestralidade viva. Cada folha carrega um axé, uma força que limpa, protege e realinha caminhos que muitas vezes nem percebemos que estavam travados.
Talvez o que você esteja sentindo não seja cansaço comum... pode ser energia acumulada, emoções densas ou até ambientes que precisam ser limpos espiritualmente. E a natureza sempre soube como cuidar disso.
As ervas não são apenas plantas. São instrumentos de cura que atravessam gerações, conectando você com proteção, equilíbrio e direção.
Se você sente que precisa de limpeza, proteção ou abrir caminhos... confia.
Alguns exemplos:
Ervas - Rosa Branca
A Magia da Rosa Branca.
A Rosa Branca é uma das flores mais puras e encantadas dentro da magia natural.
Ela carrega a energia da paz, da cura profunda e da elevação espiritual.
É a flor que silencia tempestades internas, limpa os caminhos e devolve a alma ao seu eixo de luz.
Na bruxaria, a Rosa Branca é usada para purificação emocional, para acalmar o coração e para abrir espaço a novas energias.
É a flor do renascimento, do recomeço e da clareza, como um sopro suave que afasta o que pesa e aproxima o que é verdadeiro.
Um vaso com rosas brancas em casa harmoniza o ambiente.
Um banho com suas pétalas cura mágoas antigas.
Uma rosa branca no altar ilumina o trabalho espiritual.
Ela é delicada, mas poderosa. Silenciosa, mas transformadora.
Leve, mas profunda.
Que a energia da Rosa Branca toque sua vida com paz, beleza e proteção.
-Nature Herbess-
sábado, 4 de abril de 2026
Giro do Caboclo
Mestre Ramatís nos elucida que o "giro" ou o movimento das entidades como os Caboclos não é meramente ritualístico, mas possui funções técnicas e energéticas profundas.
Aqui estão os pontos principais sobre essa prática na visão de Ramatís:
- Manipulação de Fluidos: O giro atua como um acelerador de partículas fluídicas. Ao girar, o médium gera um campo centrífugo que ajuda a expelir miasmas e energias densas do seu próprio perispírito e do ambiente do terreiro.
- Ajuste Magnético: O movimento rítmico auxilia no acoplamento áureo entre a entidade e o médium. Para Ramatís, o Caboclo utiliza o giro para ajustar as vibrações do médium às suas, chacra por chacra ao longo da coluna vertebral, estabilizando o acoplamento mediúnico, facilitando a transmissão de mensagens e a realização de passes de cura.
- Limpeza do Ambiente: O giro do Caboclo funciona como um "ventilador espiritual" que dispersa larvas astrais e formas-pensamento negativas trazidas pelos consulentes, higienizando magneticamente o espaço de trabalho.
- Conexão com a Natureza: Ramatís destaca que os Caboclos representam a força primária e a pureza da natureza. O movimento físico durante a gira simboliza a coragem, a bravura e a ação direta desses espíritos para restaurar o equilíbrio vital.
Além da parte técnica, Ramatís enfatiza que a Umbanda é uma escola de educação do caráter e elevação da consciência. O ritual, incluindo o giro das entidades em seus médiuns, deve estar fundamentado na ética e no amor ao próximo para que tenha real valor espiritual.
-Ramatís-
Guias (Colares) 4
Por que usamos guias ou fios de conta na Umbanda?
Na Umbanda, guias ou fios de conta não são enfeites e nem acessórios religiosos usados por estética. Elas têm fundamento espiritual, função energética e estão diretamente ligadas à proteção, firmeza e identidade espiritual de quem as usa.
As guias funcionam como um instrumento de conexão, auxiliando na sintonia com os Orixás, Linhas e Entidades que acompanham o médium ou o filho de fé.
Elas ajudam a organizar o campo energético, proteger contra cargas negativas e reforçar o compromisso espiritual assumido dentro da casa.
Uso somente com autorização
Um ponto muito importante: ninguém deve usar guia sem autorização.
As guias precisam ser indicadas, preparadas, firmadas e entregues por quem tem responsabilidade espiritual.
Usar guia por conta própria, comprada ou recebida sem fundamento:
Não protege
Pode gerar desequilíbrio energético
Demonstra falta de disciplina espiritual
Na Umbanda, tudo tem tempo, preparo e hierarquia.
Quanto mais específica a guia, maior é o compromisso de quem a usa.
Guia não é adorno
É fundamental reforçar:
Guia não é colar comum
Não é para combinar com roupa
Não é símbolo de status religioso
Ela carrega energia, fundamento, axé e responsabilidade.
Quem usa uma guia assume o compromisso de:
Ter postura
Manter respeito dentro e fora do terreiro
Cuidar da própria conduta espiritual
Conclusão
Usar guias na Umbanda é um ato de fé, disciplina e compromisso, não de vaidade.
Elas nos lembram que estamos sob orientação espiritual, que temos proteção, mas também deveres.
Guia bem usada protege, orienta e fortalece.
Guia usada sem fundamento não cumpre seu papel.
Na Umbanda, tudo é simples.
-Nature Herbess-
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Psicografias
PARA OS ESPÍRITAS
(Mas vale para todos)
—Médico psiquiatra, dirigiu por muito tempo o Sanatório Espírita de Uberaba.
Desencarnado em 1988 vem, através da psicografia, nos dar esse importante alerta.
Irmãos e irmãs, o que vale no Espiritismo é o que você faça dos conhecimentos que for adquirindo nele. O resto - acredite -, não conta muito.
Quando desencarnei, ninguém queria saber qual era o meu nome, endereço, tampouco os títulos que eu possuía - A minha consciência é que, insistentemente, me pedia contas.
A bem dizer, a minha condição de espírita nada significava, e nem significa até hoje. o que vale é o valor - o seu valor pessoal, sem rótulos, ou faixas, de qualquer espécie. Deste Outro Lado, a única coisa capaz de lhe valer é o seu currículo - o seu currículo de bondade! Porque, no fundo, é isto que irá proporcionar a você alguma réstea de luz, para que, mesmo caminhando na escuridão, consiga evitar o abismo...
Não cometa a tolice de imaginar que, na Vida de além-túmulo, o espírita possa ser tratado com deferência. Privilégio, ou o famoso "jeitinho" brasileiro, é algo que por aqui não existe!
Chico Xavier dizia, e com razão, que os espíritas estavam desencarnando mal - estavam, e, em geral, ainda estão!
Sinceramente, o único predicado que eu invejo numa pessoa, seja ela qual for, é a bondade! Depois que a gente larga a carcaça, para quem é realmente bom, aqui todas as portas se abrem, e todos os caminhos se desimpedem!
Por isto, eis o conselho que lhe dou: teorize menos, e procure servir mais!
De uma encarnação a outra, o espírito melhora muito pouco... A evolução, para quem não se conscientiza, acontece quase que a passo de lesma - dessas que deixam o seu rastro gosmento no chão!
Não creia ser diferente. Não estou querendo desanimar a quem seja, mas, se você se interessa pela Verdade, ei-la aqui de maneira nua e crua.
"Nosso Lar", a colônia espiritual que muita gente na Terra almeja habitar, tem muito mais católicos, protestantes, umbandistas, e até mais ateus, do que espíritas...
Não, não se creia o suprassumo, porque você não o é!
Como é que eu posso dizer isto?! Ser espírita é só acréscimo de responsabilidade espiritual - nada mais do que isto.
Conheço muita gente que não quer saber o que a gente sabe só para não ter que responder pelo que respondemos, ou responderemos.
Deixe, pois, de professar o Espiritismo como quem joga em um clube de futebol, ou um partido político.
Enquanto é tempo, pare de fazer "guerra santa" - contra os outros, e contra os próprios companheiros que você considera equivocados!
Cuide-se, porque a morte já vem chegando, e ela é uma locomotiva, que, para atropelá-lo, não pedirá licença!...
INÁCIO FERREIRA
Psicografia de Carlos Baccelli
Uberaba - MG, 22 de julho de 2013.
quarta-feira, 1 de abril de 2026
Mensagens
o sofrimento mediúnico.
Diz que ser médium é só dor,
peso e dificuldade.
Mas quanto mais dói,
mais isso revela
falta de preparo e equilíbrio,
não grandeza espiritual.
Evolução traz sustentação,
não martírio.
Nada na vida é fácil.
Ser médico exige renúncia.
Ser professor exige entrega.
Ser faxineira exige esforço diário.
A mediunidade não é diferente.
Ela pede responsabilidade, disciplina e maturidade, não vitimização.
segunda-feira, 30 de março de 2026
O impacto psicológico e social do acolhimento na UMBANDA
Por que ter um espaço de escuta e acolhimento transforma vidas em uma sociedade tão fria e individualista?
quarta-feira, 25 de março de 2026
Exú faz o mal? Orixá ou Entidade?
EXU FAZ O MAL?
ORIXÁ OU ENTIDADE??
Mestre Ramatís, na obra Umbanda Pé no Chão, apresenta uma visão técnica e espiritualista sobre a figura de Exu, diferenciando a força cósmica (Orixá) dos espíritos que trabalham nessa vibração (entidade).
Exu Orixá: Emanação da Consciência Cósmica
Para Ramatís, o Orixá Exú não é um espírito humano, mas uma potência cósmica que atua no equilíbrio do universo.
- Agente Organizador: Ele é descrito como o responsável por manter o equilíbrio universal.
- Executor da Lei Divina: Atua como o executor das leis ordenadoras do Cosmo, sendo o poder de realização que propicia que os outros Orixás possam se comunicar em todas as esferas ou sub planos vibratórios.
- Neutralidade: Diferente da visão popular, o Exú Orixá não faz o mal, pois é neutro e “reage” de acordo com a ética universal, retificando ações incorretas, independente de ser cultuado, doa a quem doer. Por isto, é incompreendido.
- Exú Entidade: O Trabalhador do Astral
As entidades Exú (como Tranca-Ruas, Marabô, Caveira,…) são espíritos humanos em processo de evolução que escolheram ou foram designados para trabalhar nas "zonas de sombra".
- Missão Espiritual: Ramatís explica que esses espíritos atuam como verdadeiros "guardiões do astral".
- Hierarquia: Eles são subordinados ao Orixá Exú. São espíritos que possuem grande conhecimento de ciência e magia, o que lhes permite transitar em planos onde espíritos mais "sutis" (como Caboclos ou Pretos-Velhos) teriam dificuldade de atuar.
- Evolução pelo Trabalho: O trabalho na Umbanda é a forma como essas entidades resgatam seus próprios débitos passados, transformando energias desequilibradas em forças produtivas.
Ramatís enfatiza que a confusão entre o "Orixá" e a "Entidade" gera muitos preconceitos. Enquanto o Orixá é uma emanação divina, imutável e perfeita, a Entidade é um irmão desencarnado que utiliza a "roupagem" e a força desse Orixá para realizar o bem e proteger os médiuns contra ataques obsessores.
-Ramatís-
Caboclos Kimbandeiros
O QUE FAZEM OS CABOCLOS KIMBANDEIROS?
Na visão de Mestre Ramatís, em suas diversas obras psicografadas sobre Umbanda, o conceito de "Caboclo Kimbandeiro" é desmistificado e apresentado com uma função técnica e estratégica vital dentro da engenharia espiritual dos terreiros:
- Agentes de Equilíbrio no "Baixo Astral": Eles são descritos como espíritos de alta hierarquia que operam nas zonas densas (o Umbral). Diferente do senso comum que associa Kimbanda ao mal, Ramatís explica que esses Caboclos são magos especializados em manipular energias pesadas para desintegrar miasmas e formas-pensamento negativas.
- A "Polícia" Espiritual: Atuam como uma força de choque ou policiamento ostensivo. Enquanto os Caboclos de Umbanda trabalham em vibrações mais sutis, os Kimbandeiros (muitas vezes identificados como chefes de falange de Exus) descem às regiões abissais para resgatar almas e conter magos das sombras.
- Manipulação de Elementos: O trabalho deles envolve o uso rigoroso de elementos da natureza — como pólvora, fogo, fumo, ervas fortes e pedras — para realizar a "limpeza pesada" de ambientes e consulentes. Eles possuem o conhecimento técnico para converter energias destrutivas em forças construtivas.
- Comando de Exus: Muitos desses Caboclos estão “exunizados”; são os mentores que coordenam as atividades das entidades Exus e Pombagiras no Astral Inferior, garantindo que o trabalho na "esquerda" siga as diretrizes da Lei de Umbanda sob o ordenamento do Orixá Exu.
Em suma, para a literatura de Ramatís sobre Umbanda, os Caboclos Kimbandeiros são grandes curadores, o braço executor da Justiça Divina que reorganiza e desfaz campos de forças magísticos pesados nas regiões trevosas.
-Ramatís-
segunda-feira, 23 de março de 2026
Pretos Velhos Kimbandeiros
QUE FAZEM OS PRETOS VELHOS KIMBANDEIROS
Segundo as obras de Mestre
Ramatís, especialmente os livros Elucidações do Além e Reza Forte, os Pretos Velhos são descritos como psicólogos e magos do espaço que atuam na Umbanda para orientação espiritual da humanidade.
Embora Ramatís utilize frequentemente o termo "Quiumbanda" para se referir a práticas de baixa vibração ou espíritos ainda atrasados (quiumbas), o conceito de Preto Velho Kimbandeiro dentro da ótica de Ramatís e ao esoterismo de Umbanda refere-se:
- Guardiões do Conhecimento Profundo: São espíritos que detêm o domínio sobre as forças da vida, da morte e das encruzilhadas, atuando na libertação de amarras espirituais.
- Trabalho na "Esquerda": Diferente dos Pretos Velhos que atuam apenas nos aconselhamentos, os Kimbandeiros trabalham em estreita ligação com a linha de entidades Exus, possuindo grande facilidade para manipular energias magísticas e desfazer feitiçaria.
- Identidades Comuns: Nomes como Pai Cipriano, Pai Mané Kibandeiro e preta velha Zimba do Congo são frequentemente associados a essa atuação mais voltada à manipulação de elementos da natureza e combate a obsessores.
- Transmutação do Sofrimento: Ramatís enfatiza que esses espíritos transmutaram a prática de feitiçaria em sabedoria ética e técnica espiritual, utilizando seu conhecimento ancestral para auxiliar os encarnados e desencarnados.
Ramatís defende que a Umbanda deve ser vista como uma religião que promove a conexão com seres de luz, onde esses Pretos Velhos atuam como "doutores das almas", não somente para “limpar” o ambiente fluídico dos terreiros, mas fundamentalmente para orientar espiritualmente, elevando o caráter individual e coletivo.
-Ramatís-
Exú - Nem todo ritual precisa de confirmação
Terminou a Gira, e agora???







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