A fadiga mediúnica, sem dúvida, resulta de um trabalho prolongado e varia de indivíduo para indivíduo, conforme a maior ou menor capacidade física de sua resistência. Aliás, o próprio pensamento, para se manifestar a contento, depende do consumo de certas energias que o ajudam a atingir o cérebro material. Assim, o médium, mesmo nos seus momentos de pura inspiração consome certa quantidade de energias neurocerebrais, porque a mais sutil mensagem inspirada pelos espíritos exige uma série de operações intermediárias algo fatigantes e fim de manifestar-se na forma de aconselhamentos espirituais aos consulentes. Por isto, na Umbanda são recomendados preceitos e resguardos para preservar o tônus fluídico dos médiuns.
(Texto baseado no livro ELUCIDAÇÕES DO ALÉM.)

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