quinta-feira, 9 de março de 2023

44 Por que o médium percebe sensações dos consulentes no momento do passe?


 
Porque ao tratarmos de enfermidades, ao ministrar o passe, ficam próximos fisicamente (frente a frente), o médium e o consulente, e há uma troca de energias, os fluídos mórbidos, miasmas e os pensamentos negativos que estão permeando a aura do consulente nesse desequilíbrio, vêm à tona, pois o passe visa justamente transmutar os fluídos mórbidos em fluídos salutares e o médium sendo sensível às energias, muitas vezes, também sente odores fétidos emanados do duplo etéreo, (por isso se deve dar o passe dispersivo na área gastrintestinal) o que causa as náuseas e a sensação de dor de cabeça. Neste momento, o pensamento tem que ser firme, pedindo auxílio mentalmente ao Guia/Protetor presente e não julgar, nem se envolver no processo do outro, não deixar a mente fraquejar. O Plano Espiritual Superior está presente e sempre ampara e protege o médium que está firme em seu propósito de atendimento; ele então sente, observa, mas deve compreender que estas energias não são suas, então trabalha com confiança junto ao guia, mas não se envolve, ou seja, doa energia salutar e não absorve, mantendo a sustentação adequada da incorporação. Isto é de suma importância, porque aquele médium em desenvolvimento, conhecido como “esponja” que puxa tudo para si e não sabe transmutar, termina o trabalho muito cansado, porque além de doar o próprio fluído, ainda assim, absorve o que não lhe compete. Neste caso é necessário educar a mediunidade, firmar a incorporação nas sessões de educação mediúnica.

do livro O TRANSE RITUAL NA UMBANDA
-Norberto Peixoto-

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