Mestre Ramatís nos elucida que o "giro" ou o movimento das entidades como os Caboclos não é meramente ritualístico, mas possui funções técnicas e energéticas profundas.
Aqui estão os pontos principais sobre essa prática na visão de Ramatís:
- Manipulação de Fluidos: O giro atua como um acelerador de partículas fluídicas. Ao girar, o médium gera um campo centrífugo que ajuda a expelir miasmas e energias densas do seu próprio perispírito e do ambiente do terreiro.
- Ajuste Magnético: O movimento rítmico auxilia no acoplamento áureo entre a entidade e o médium. Para Ramatís, o Caboclo utiliza o giro para ajustar as vibrações do médium às suas, chacra por chacra ao longo da coluna vertebral, estabilizando o acoplamento mediúnico, facilitando a transmissão de mensagens e a realização de passes de cura.
- Limpeza do Ambiente: O giro do Caboclo funciona como um "ventilador espiritual" que dispersa larvas astrais e formas-pensamento negativas trazidas pelos consulentes, higienizando magneticamente o espaço de trabalho.
- Conexão com a Natureza: Ramatís destaca que os Caboclos representam a força primária e a pureza da natureza. O movimento físico durante a gira simboliza a coragem, a bravura e a ação direta desses espíritos para restaurar o equilíbrio vital.
Além da parte técnica, Ramatís enfatiza que a Umbanda é uma escola de educação do caráter e elevação da consciência. O ritual, incluindo o giro das entidades em seus médiuns, deve estar fundamentado na ética e no amor ao próximo para que tenha real valor espiritual.
-Ramatís-

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