A IMPORTÂNCIA DA GLÂNDULA PINEAL NO TRANSE MEDIÚNICO COM O ASTRAL SUPERIOR.
Em Umbanda Oriental, recente obra de Mestre Ramatís, a incorporação é elucidada chacra a chacra, processo sutil que não ocorre de forma instantânea, mas sim através de uma gradação de acoplamento áurico:
Fase 1: Sintonização e Aproximação
O guia espiritual aproxima-se do campo magnético do médium. Ocorre a interpenetração das auras. O médium começa a sentir as "interações" (vibrações) da entidade, que podem se manifestar como arrepios, variações térmicas ou aceleração dos batimentos cardíacos.
Fase 2: Imantação e Acoplamento Áurico
Nesta etapa, os centros de força (chacras) do médium e da entidade começam a vibrar em uníssono.
Ocorre a ativação da Kundalini e o acoplamento do perispírito da entidade ao corpo etérico e chacras do médium.
O controle do sistema nervoso central começa a ser compartilhado via estímulos nos chacras e gânglios ao longo da coluna vertebral.
Fase 3: O Transe (Conexão)
É o momento em que a consciência do médium é "deslocada" ou posta em estado de ampliação, “fundindo-se” com a Consciência do Guia Espiritual - Yoga.
- Médiuns Conscientes: A maioria na Umbanda atual. O médium assiste ao fenômeno como um disciplinado observador de si mesmo.
- Ativação da Glândula Pineal: o chacra frontal amplia sua influência na Pineal, aumentando-lhe o magnetismo, propiciando ao Guia se comunicar - mente a mente - com o médium.
Fase 4: Atuação e Manifestação
A fase final, onde a entidade assume a psicomotricidade. É quando ocorrem os gestos característicos (o brado do caboclo, o sentar do preto velho…,), a fala e os atendimentos. A energia é exteriorizada para o ambiente e para os consulentes.
A Visão Bioenergética
Ramatís enfatiza que a qualidade dessa incorporação depende diretamente da "Higiene Espiritual" do médium (pensamentos, alimentação e conduta moral), pois os chacras e o perispírito atuam como um filtro. Se o filtro estiver sujo, a comunicação da entidade será truncada ou "animista" (interferência excessiva do próprio médium).
- Ponto Chave: Na ótica de mestre Ramatís, a mediunidade de incorporação é, acima de tudo, um intercâmbio de projeção de ideações nos chacras superiores, onde o chacra frontal e a glândula pineal formam uma antena receptora e fundamental para a captação do Astral Superior. Todavia, a mente do médium é determinante, seus pensamentos diários, sua alimentação, hábitos e atitudes no cotidiano, devem servir como um espelho limpo para refletir a Luz da mediunidade redentora com os Orixás na Umbanda.
Quer saber mais, leia UMBANDA ORIENTAL, DA MEDIUNIDADE AOS ORIXÁS.
-Ramatís-

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