Defumação
A função da defumação é purificar o ambiente e os médiuns na sua parte física-etérea, além de ser simbolicamente, pelo olfato e visão, a marcação ritualística do início de um cerimonial.
As tensões emocionais dos médiuns desaparecem e os descontrai para a atividade sutil entre dois planos físico-astral.
É o meio de limpar o terreiro psiquicamente preparando-o para a sessão.
A queima de ervas e de resinas cheirosas, constitui ato litúrgico de grande valor na Umbanda, pois, esta prática condiciona o meio ambiente, propicia a receber a presença de seres extra físicos nas suas manifestações mediúnicas.
Os mais usados são: benjoim, alecrim, alfazema e outros indicados conforme a necessidade dos trabalhos.
A queima dessas ervas aromáticas de fundo mágico, purifica não só o ambiente como também o corpo sutil dos médiuns e frequentadores.
Essas substâncias aromáticas perfumadas tem a finalidade de nos defender de fluidos pesados e miasmas, além de conter (segurar) naturalmente, entidades de porte inferior, cascões astrais e nódoas outras.
Cabe aos guias que compõem o terreiro, absorver o perfume que exala da combustão no plano físico, os quais emprestam disposição saudável para proteção dos trabalhos a serem efetuados, sem contar com a excitação natural das glândulas dos médiuns, que entram em vibração com as ondas mediúnicas emitidas pelos guias.
A defumação é um verdadeiro banho etéreo astral nos componentes do Templo de Umbanda, afastando toda nocividade ao ambiente.
Encontrar um ambiente perfeitamente limpo dessas energias seria o mesmo que achar um local sem seres humanos encarnados e vedado a espíritos de qualquer espécie. Isso é impossível, no momento.
(Achados daqui e daí)

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